Militante

Marighella abandona o curso de engenharia, transfere-se para o Rio de Janeiro e vai trabalhar na reorganização do Partido Comunista, esfacelado pela repressão desencadeada com o levante de 1935. Preso em 1o de maio de 1936, seria barbaramente torturado. Solto em julho do ano seguinte, cai na clandestinidade, sendo incumbido de reestruturar o partido em São Paulo. Novamente capturado pela polícia em maio de 1939 e condenado pelo Tribunal de Segurança Nacional, permanece seis anos nos presídios de Fernando de Noronha e Ilha Grande. A foto é do prontuário de Marighella no DOPS.