Resistência
Em maio de 1964 Marighella enfrenta agentes do DOPS no cine Esky, no Rio de Janeiro. Foi ferido no peito com um tiro a queima-ropa. Em seguida ele escreveu o livro "Por que resisti à prisão", onde diz:
"Minha força vinha mesmo era da convicção política, da cerrteza (...) de que a liberdade não se defende senão resistindo"' . 
Na foto, Marighella é transferido do Hospital Souza Aguiar para a enfermaria da Penitenciária Lemos Brito.